A JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO NO BRASIL E O CASO DOS GUARANI KAIOWÁ DO MATO GROSSO DO SUL
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.15118024Palavras-chave:
Justiça de Transição., Políticas de Memória., Questão Indígena.Resumo
O artigo objetiva refletir sobre a relação entre o uso do conceito de justiça de transição no Brasil, os efeitos da perpetuação da impunidade e o fortalecimento do autoritarismo no país. No percurso relacionamos os limites e os bloqueios que operam nas políticas de memória acerca da ditadura civil-militar brasileira com acontecimentos do contemporâneo. O texto trata tanto das políticas de memória destinadas às demandas dos familiares dos mortos e desaparecidos políticos, as relacionadas com os sobreviventes da repressão política, as voltadas aos militantes afetados por perdas trabalhistas e as pertinentes à construção da verdade histórica. A narrativa também articula as violências direcionadas contra os povos indígenas durante a ditadura com a inexistência de medidas de transição voltadas aos originários e as formas de violência que os afetam na atualidade, quando então o caso dos Guarani Kaiowá do Mato Grosso do Sul emerge como evento paradigmático.
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