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Publicações

HEINZ, Flavio M. (Org.) Dos intelectuais na política à política dos intelectuais. Pensadores, escritores e militantes no diálogo com o poder. São Leopoldo: Oikos, 2015. ISBN: 978-85-7843-459-5

 

capa livro 2015

 

Este livro é o terceiro e último de uma série que, ao longo dos últimos anos, buscou situar ao público acadêmico a ambição que orienta os trabalhos do Laboratório de História Comparada do Cone Sul, a saber, a de produzir uma história social de elites, intelectuais e grupos profissionais que seja metodologicamente clara e cujos resultados sejam escrutináveis, ampliando a possibilidade de comparação dos casos em estudo com aqueles de outros grupos de pesquisa, nacionais e internacionais, e assegurando a abertura para a rotinização do diálogo e de práticas interdisciplinares concretas, notadamente com a Sociologia e a Ciência Política. Para fazê-lo, publicamos, em 2011, a obra coletiva “História Social de Elites”, reunindo bons exemplos da opção metodológica fundadora de nosso coletivo de pesquisa, a prosopografia; em 2012 foi a vez da coletânea “Poder, Instituições e Elites – 7 ensaios de comparação e história”, que retomou a importância da dimensão comparativa em nosso trabalho. Superado esse momento de ‘inscrição do perfil metodológico’ do nosso grupo no meio profissional, este último livro vem trazer à apreciação da área um tema de pesquisa caro aos nossos pesquisadores e colaboradores eventuais: a relação entre os intelectuais – nas suas mais variadas formas e modos de apreensão – com a política e o poder. Com este livro, concluímos, portanto, a presente série. A agenda de pesquisa do LabConeSul permanece nas suas linhas de força – a prosopografia, a comparação, o estudo das elites e das profissões – mas avança em direção ao estabelecimento de novos vínculos e parcerias institucionais, além de uma ampliação na sua rede nacional e internacional de pesquisadores.  

 

DESTAQUE: PICKERING, Mary. Auguste Comte. p.17-38. texto em português - download

Download da obra completa


 

HEINZ, Flavio M. (Org.). Poder, Instituições e Elites - 7 Ensaios de Comparação e História. São Leopoldo: Oikos, 2012. 186p. ISBN: 978-85-7843-288-1 download


Livro 7 ensaios

Este livro reúne textos de historaidores e cientistas políticos interessados nas possibilidades de utilização do método comparativo - ou tão somente de uma perspectiva ou viés comparativo - na análise histórica e social. Com certa ousadia e liberdade metodológica, estes autores "atacaram" os mais variados objetos de pesquisa, sempre colocando no centro de suas análises a dimensão comparativa, dosse esta uma possibilidade evidente oferecida por determinado recorte temático ou tipo das fontes disponíveis, fosse uma solução menos óbvia, só possível pelo acionamento de uma operação metodológica complexa. Igreja, governo, parlamento, justiça e cooperativismo são apenas alguns dos cenários aqui investigados através da lente comparativista. Neles circulam grupos de indivíduos com saberes e poderes específicos, especialistas, intelectuais, elites políticas ou profissionais, a própria "carne" dos processos sociais, aqui cotejados com análogos em outras realidades regionais ou nacionais. O resultado desse processo? Confirmam-se especificidades, é certo, mas se encontram também semelhanças isuspeitas e recorrências surpreendentes. Enfim, é isso o que move os autores e que orienta sua agenda coletiva de pesquisas: o desvelamento do social através da realização de uma boa história social. 


HEINZ, Flavio M. (Org.). História Social das Elites. São Leopoldo: Oikos, 2011. 168p. ISBN: 978-85-7843-209-6 download

 

História Social

Há cinco anos, na apresentação de uma obra coletiva que havia organizado sobre a pesquisa em história de elites e os usos da prosopografia (Por outra história das elites, FGV, 2006), expus ao leitor a ambição que orientara aquela empreitada, a saber, a de oferecer a estudantes e profissionais da área, “balanços historiográficos densos e estudos pontuais que sugerissem ‘modelos’ para se pensar a aplicabilidade do método”. A ideia era sustentar, do ponto de vista teórico e metodológico, as vantagens de se fazer uma história e uma micro-história social de elites. Nestes cinco anos, um grande número de pesquisadores em História e Ciências Sociais incorporou, se não o método, pelo menos um ‘viés’ quantitativo de tipo prosopográfico em suas pesquisas sobre elites. Seria demasiado atribuir esse fato ao impacto de um livro – o movimento do campo profissional dos historiadores (ou aquele dos cientistas sociais) e a definição da agenda de pesquisa da área possuem seus próprios e complexos caminhos –, mas é certo que a sistematização ali proposta encontrou leitores interessados e dispostos a uma inflexão metodológica que ajudaria a reposicionar a investigação sobre elites no campo de uma história social renovada e vibrante. Rede, campo, estratégia, mediador, formação, agente, carreira, recurso, capital, repertório, profissão, comparação e espaço são apenas alguns dos topônimos desta nova geografia da pesquisa histórica e social sobre o poder e seus agentes.


HEINZ, Flavio M. (Org.). Experiências Nacionais, Temas Transversais: subsídio para uma história comparada da América Latina. São Leopoldo: Oikos, 2009. 328p. ISBN: 978-85-7843-116-7  - download

 foto experiências III

Este volume reúne textos apresentados em um colóquio sobre História Comparada, realizado em Porto Alegre em outubro de 2008. Em sua diversidade temática e complexidade metodológica, estes textos expõem as dificuldades postas à realização da história comparada, mas também sugerem pistas e soluções para superá-las. A ideia orientadora do encontro não fora a de, ingenuamente, "fundar" uma prática comparatista, mas a de colocar, lado a lado, historiadores que tivessem a comparação como um elemento possível e desejado de seu trabalho, permitindo que a reflexão e a prática de pesquisa de uns e outros se deixassem contaminar pelas experiências dos colegas. Assim, há textos em que a reflexão sobre a comparação história tem grande destaque e outros em que a experiência singular de pesquisa sobre este ou aquele tema prevalece sobre os traços comparatistas. Em todos os casos, contudo, um mesmo perfil de pesquisa se descortina: rigor e qualidade no trabalho investigativo, riqueza das fontes utilizadas e clareza conceitual e metodológica, alguns dos requisitos básicos do sucesso não apenas da empresa comparatista, mas de toda a historiografia.

 

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